A morte do ativista conservador americano Charlie Kirk desencadeou uma onda de reações controversas, resultando em demissões e outras consequências severas para indivíduos que expressaram opiniões consideradas inapropriadas sobre o ocorrido. Jornalistas, professores, bombeiros e até mesmo agentes do governo estão entre os que perderam seus empregos ou enfrentam sanções devido a postagens e comentários nas redes sociais.
O caso ganhou notoriedade após o assassinato de Kirk, baleado no pescoço durante um debate público na Universidade Utah Valley. Em meio à comoção, diversas pessoas manifestaram opiniões que foram interpretadas como celebração ou justificativa do ato, atraindo a atenção de empregadores e autoridades.
Nos Estados Unidos, a onda de demissões atingiu figuras proeminentes como o analista político Matthew Dowd, desligado da MSNBC após sugerir que o discurso de Kirk teria motivado o ataque. “Pensamentos odiosos levam a palavras odiosas, que por sua vez levam a ações odiosas”, declarou Dowd, gerando grande polêmica.
Outro caso notório envolveu um agente do Serviço Secreto, demitido por afirmar que Kirk “espalhava ódio e racismo” e que “o carma é inevitável”. Empresas como Carolina Panthers (NFL) e Delta Air Lines também demitiram funcionários por comentários similares.
A reação não se limitou aos Estados Unidos. O Departamento de Estado anunciou que revogaria vistos de estrangeiros que glorificassem ou ridicularizassem o assassinato. No Brasil, o médico Ricardo Jorge Vasconcelos Barbosa foi impedido de obter visto americano após uma postagem considerada ofensiva, que celebrava a precisão do tiro fatal.
Fonte: http://www.metropoles.com