Guterres Apela por Engajamento Global no Plano de Paz de Trump para Gaza, Enquanto Hamas Mantém Silêncio

Guterres Apela por Engajamento Global no Plano de Paz de Trump para Gaza, Enquanto Hamas Mantém Silêncio

Guterres Apela por Engajamento Global no Plano de Paz de Trump para Gaza, Enquanto Hamas Mantém Silêncio 1024 683 Carlos Fenille

O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, fez um apelo enfático nesta terça-feira, conclamando “todas as partes” a se comprometerem com o plano de paz para Gaza, idealizado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. A iniciativa busca estabelecer um cessar-fogo duradouro na região, palco de intensos conflitos.

Guterres, por meio de seu porta-voz, Farhan Haq, expressou satisfação com o anúncio do plano, ressaltando o papel crucial dos Estados árabes e muçulmanos na busca pela paz. “É agora crucial que todas as partes se comprometam com um acordo e sua implementação”, enfatizou o Secretário-Geral, demonstrando urgência na concretização da proposta.

O plano de paz, divulgado pela Casa Branca, apresenta um conjunto de medidas com o objetivo de encerrar o conflito, desmilitarizar a Faixa de Gaza e estabelecer um governo provisório supervisionado. Entre as exigências para um possível cessar-fogo, destacam-se a libertação de reféns em até 72 horas e a criação de um “Conselho da Paz”.

Enquanto isso, o Hamas, grupo que controla a Faixa de Gaza, permanece em silêncio sobre a aceitação ou não das medidas propostas. Trump concedeu um prazo de três a quatro dias para que o grupo palestino se pronuncie sobre o plano, advertindo que a recusa resultaria em um “fim muito triste”.

Paralelamente, representantes da Turquia planejam participar de uma reunião com mediadores e com uma delegação do Hamas no Catar. Guterres reiterou a prioridade de aliviar o sofrimento causado pelo conflito, reforçando o apelo por um cessar-fogo imediato e permanente, acesso humanitário irrestrito a Gaza e a libertação de todos os reféns. Além disso, defendeu a solução de dois Estados, apesar da oposição de Netanyahu.

Fonte: http://www.metropoles.com

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