PM é morto durante assalto em romaria ao Santuário de Aparecida

PM é morto durante assalto em romaria ao Santuário de Aparecida

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Na madrugada de sábado, 11, o soldado da Polícia Militar de São Paulo, Luiz Guilherme Crispim de Oliveira, de 30 anos, foi fatalmente baleado durante um assalto na Rodovia Presidente Dutra, em Lorena, enquanto participava de uma romaria ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. O policial, que utilizava um colete reflexivo da PM, foi atingido por um tiro no peito e, apesar de ter sido socorrido, não sobreviveu. O caso foi registrado como latrocínio e tentativa de latrocínio, e três suspeitos estão sendo procurados pela Polícia Rodoviária Federal.

PM é morto durante assalto em romaria ao Santuário de Aparecida
Foto: N/A

O soldado Luiz Guilherme Crispim de Oliveira, de 30 anos, foi assassinado na madrugada deste sábado, 11, durante assalto na Rodovia Presidente Dutra, em Lorena, SP.

Na madrugada deste sábado, 11, o soldado da Polícia Militar de São Paulo, Luiz Guilherme Crispim de Oliveira, de 30 anos, foi assassinado durante um assalto na Rodovia Presidente Dutra, em Lorena, SP, enquanto participava de uma romaria ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.

Circunstâncias do crime

Crispim foi vítima de latrocínio, conforme informou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP). O policial, que estava com outros romeiros, foi baleado no peito por criminosos que levaram sua mochila, R$ 800 em dinheiro e o celular. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recebeu um chamado de um romeiro que relatou que seus pais haviam sido assaltados e, ao chegar ao local, encontrou o soldado e outros dois romeiros feridos.

Atendimento e estado do PM

Embora os feridos tenham sido socorridos a um hospital próximo, o soldado não resistiu aos ferimentos, enquanto os outros romeiros foram atingidos, um no pé e outro com um tiro de raspão nas costas, mas sem complicações. O caso está sob investigação na Delegacia de Lorena.

Repercussão

O soldado Crispim era um membro respeitado da 4ª Companhia 23º Batalhão de Polícia Militar do Interior, com 10 anos de serviço. O tenente-coronel Rodrigo dos Santos, comandante do batalhão, expressou seu pesar pela perda e destacou a dedicação do policial à corporação, ressaltando seu legado de honra e companheirismo.
A busca pelos responsáveis pelo crime prossegue, e as autoridades apelam para que qualquer informação sobre os suspeitos seja reportada.

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