Escalada na Venezuela: Trump Autoriza Ações Secretas da CIA e Desloca Bombardeiro Nuclear

Escalada na Venezuela: Trump Autoriza Ações Secretas da CIA e Desloca Bombardeiro Nuclear

Escalada na Venezuela: Trump Autoriza Ações Secretas da CIA e Desloca Bombardeiro Nuclear 1024 683 Carlos Fenille

A tensão entre Estados Unidos e Venezuela atinge novos patamares com a intensificação da presença militar americana no Caribe e a escalada nas ameaças contra o governo de Nicolás Maduro. Recentemente, o presidente Donald Trump autorizou a CIA a conduzir “ações secretas e letais” em território venezuelano, além de ordenar o deslocamento de um bombardeiro nuclear para a região.

O cerco militar, iniciado em agosto com o envio de navios de guerra e caças F-35 ao Caribe, coincide com acusações contra Maduro, apontado por Washington como líder do cartel de drogas Los Soles, recentemente classificado como organização terrorista. Essa mudança na política externa americana facilita operações militares sob o pretexto do combate ao terrorismo.

Na última semana, Trump anunciou um bombardeio contra uma embarcação na costa venezuelana, alegando que transportava drogas, sem apresentar provas. “Seis pessoas, classificadas como ‘narcoterroristas’, teriam morrido durante a ação”, afirmou o líder americano em comunicado. Nos últimos meses, forças americanas atacaram cinco embarcações na região, todas sob alegações de envolvimento com o tráfico internacional de drogas.

Além disso, um bombardeiro B-52, com capacidade para transportar armas nucleares, sobrevoou a costa venezuelana, acompanhado por outras aeronaves em manobras regulares no Caribe. Paralelamente, Trump confirmou a autorização para operações secretas da CIA na Venezuela, visando impedir a entrada de criminosos nos EUA e combater o tráfico de drogas.

Apesar da justificativa oficial, o jornal *The New York Times* reportou que o objetivo final das ações da CIA seria a queda do governo Maduro. Em resposta à crescente pressão, que inclui uma recompensa de US$ 50 milhões por sua captura, Maduro ordenou exercícios militares massivos em Caracas e Miranda, envolvendo militares, civis e a Milícia Nacional Bolivariana para simular a defesa territorial. O presidente venezuelano condenou as ações americanas, classificando-as como uma tentativa de “golpe de Estado”.

Fonte: http://www.metropoles.com

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