Deputados discutem a relação do caso com o Partido dos Trabalhadores

Morte de ex-assessor do PT em confronto com a PM gera polêmica na Assembleia Legislativa do Paraná.
A morte de Valdecir Ferreira da Silva, ex-assessor da Liderança da Oposição da Assembleia Legislativa do Paraná, em confronto com a Polícia Militar na última sexta-feira (21), provocou intenso debate na Alep. Deputados da direita relacionaram o fato ao Partido dos Trabalhadores (PT), embora Valdecir já tivesse sido exonerado em julho de 2022, após denúncias de abuso.
Acusações e defesa na Assembleia
Os deputados Tito Lívio Barichello e Ricardo Arruda criticaram a indicação de Valdecir, que recebia um salário de R$ 11.990,90, e o acusaram de ser um “estuprador”. Barichello afirmou: “Um bandido que tombou com o BPCHOQUE com uma pistola e três carregadores”. Arruda ressaltou a gravidade do caso, lembrando que Valdecir havia sido preso anteriormente por um incidente grave em Santa Catarina.
Resposta de Renato Freitas
Renato Freitas, que fez a indicação, defendeu-se afirmando que Valdecir foi exonerado assim que as denúncias surgiram e que ele preenchia os requisitos para o cargo. “Trabalhou por aproximadamente um ano; não conseguimos controlar as futuras ações dos nossos ex-assessores”, explicou Freitas.
Reflexões sobre a segurança na Alep
O deputado Luiz Cláudio Romanelli (PSD) comentou sobre a impossibilidade de prever o comportamento das pessoas, ressaltando que Valdecir não apresentava antecedentes criminais. “É um tema complexo, mas não tem como a gente adivinhar o que as pessoas estão fazendo de forma ilícita”, concluiu.
A situação gerou um debate acirrado sobre a segurança e a responsabilidade nas indicações de cargos na Assembleia.