Trump Anuncia Acordo Comercial “Em Breve” com a China Após Encontro com Xi Jinping

Trump Anuncia Acordo Comercial “Em Breve” com a China Após Encontro com Xi Jinping

Trump Anuncia Acordo Comercial “Em Breve” com a China Após Encontro com Xi Jinping 1024 683 Carlos Fenille

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou a jornalistas que um acordo comercial com a China, liderada por Xi Jinping, está próximo de ser finalizado. A declaração, feita a bordo do Air Force One, surge após uma reunião bilateral entre os líderes na Coreia do Sul. Apesar do otimismo, Trump não forneceu detalhes específicos sobre os termos do acordo.

“Acho que muito em breve, não temos muitos grandes obstáculos”, afirmou Trump, indicando confiança na conclusão bem-sucedida das negociações. Ele ainda mencionou a possibilidade de renegociações anuais, sugerindo uma abordagem flexível para manter o acordo relevante ao longo do tempo.

Ainda no Air Force One, Trump revelou que o encontro com Xi foi “incrível”. Segundo ele, o líder chinês se comprometeu a intensificar o combate ao comércio ilegal de produtos químicos utilizados na produção de fentanil, um opioide ligado a um elevado número de mortes nos Estados Unidos.

Como parte do acordo, Trump anunciou a redução de uma tarifa de 20% imposta anteriormente sobre produtos chineses devido ao fentanil. “Reduzi em 10%, então agora é 10% em vez de 20%, com efeito imediato”, disse o ex-presidente, sinalizando um gesto de boa vontade para impulsionar as negociações. Espera-se que o acordo também inclua a retomada da compra de soja americana pela China e a garantia do fluxo de exportações de terras raras.

Vale lembrar que, nos últimos anos, a relação entre as duas potências evoluiu para uma disputa estratégica abrangendo tecnologia e energia. Washington tem intensificado o controle sobre a exportação de chips de inteligência artificial, enquanto Pequim tem limitado a venda de minerais críticos. A Casa Branca, inclusive, ameaça impor tarifas de até 155% sobre produtos chineses em caso de não haver um recuo. O possível acordo surge em um momento de tensões elevadas e busca reacender o diálogo entre as maiores economias do mundo.

Fonte: http://www.metropoles.com

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