Tragédia em Washington: Militar da Guarda Nacional Morre em Tiroteio Próximo à Casa Branca

Tragédia em Washington: Militar da Guarda Nacional Morre em Tiroteio Próximo à Casa Branca

Tragédia em Washington: Militar da Guarda Nacional Morre em Tiroteio Próximo à Casa Branca 1024 683 Carlos Fenille

Sarah Beckstrom, uma jovem militar de 20 anos, perdeu a vida após ser baleada em um tiroteio nas proximidades da Casa Branca na última quinta-feira (27/11). A confirmação da morte veio através de um comunicado oficial do ex-presidente Donald Trump, adicionando um tom solene ao incidente que chocou a capital americana.

A militar, integrante da Guarda Nacional da Virgínia Ocidental, fazia parte de um destacamento federal mobilizado em Washington, D.C., desde agosto de 2025. Ela servia no 1º Batalhão de Infantaria e, no momento do ataque, realizava uma patrulha de rotina a cerca de 500 metros da residência presidencial.

Após ser atingida, Beckstrom foi submetida a uma cirurgia de emergência, mas infelizmente não resistiu aos ferimentos. O outro militar ferido no incidente, Andrew Wolfe, de 24 anos, permanece hospitalizado em estado crítico, gerando apreensão quanto à sua recuperação. Ambos integravam o contingente enviado sob a justificativa de reforçar a segurança na capital, em resposta a um alegado aumento da criminalidade.

O tiroteio ocorreu por volta das 14h30 (16h30 no horário de Brasília) da quarta-feira (26/11), em uma área turística movimentada próxima a edifícios federais. A procuradora dos EUA para Washington, D.C., Jeanine Pirro, informou que o suspeito abriu fogo contra os militares, sendo posteriormente neutralizado por outros membros da Guarda Nacional.

O FBI classificou o caso como um possível “ato terrorista”, conforme declarou o diretor Kash Patel. As autoridades cumpriram mandados de busca em Washington e San Diego, na Califórnia, buscando esclarecer a motivação do ataque. O suspeito foi identificado como Rahmanullah Lakanwal, um homem afegão de 29 anos, que, segundo as investigações preliminares, agiu sozinho. Ele enfrentará acusações que podem ser agravadas após a morte da militar.

Fonte: http://www.metropoles.com

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