Uma partida de futebol na Bolívia entre Blooming e Real Oruro se transformou em um verdadeiro campo de batalha após o apito final. O empate em 2 a 2 foi o estopim para uma briga generalizada envolvendo jogadores e membros das comissões técnicas, manchando o esporte e gerando cenas lamentáveis.
A tentativa de apaziguar os ânimos por parte de alguns presentes foi em vão. A confusão escalou rapidamente, exigindo a intervenção da polícia, que precisou usar gás de pimenta para dispersar os envolvidos. O saldo da batalha campal resultou na expulsão de 17 atletas e membros das equipes, uma medida drástica tomada pelo árbitro da partida.
A situação foi tão grave que Marcelo Robledo, técnico do Real Oruro, sofreu uma fratura no ombro e precisou ser hospitalizado. Além dele, um funcionário do Blooming também foi levado ao hospital com lesões faciais, evidenciando a violência da briga. A Eurosport descreveu o episódio como uma “vergonha nacional”, ressaltando a gravidade dos acontecimentos.
Agora, ambos os clubes aguardam julgamento e podem enfrentar punições ainda mais severas devido à conduta inadequada de seus representantes. O Blooming, já classificado para a semifinal, terá que lidar com sete desfalques importantes, um duro golpe para a equipe em um momento crucial da competição.
O caso serve de alerta para a necessidade de se promover o fair play e a disciplina nos campos de futebol, evitando que a paixão pelo esporte se transforme em violência e agressão.
Fonte: http://www.metropoles.com