Advogada em estado crítico após incêndio é transferida para Londrina

Advogada em estado crítico após incêndio é transferida para Londrina

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Juliane Vieira dos Reis, de 28 anos, foi vítima de queimaduras graves em incêndio em Cascavel

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Foto: Sem crédito disponível

Juliane Vieira dos Reis, advogada de 28 anos, foi transferida para o Hospital Universitário de Londrina após sofrer queimaduras em incêndio em Cascavel.

Na tarde desta quinta-feira (16), a advogada Juliane Suellem Vieira dos Reis, de 28 anos, foi transferida em estado crítico para o Hospital Universitário de Londrina (HU-UEL), após sofrer queimaduras em um incêndio no Edifício João Batista Cunha, em Cascavel, no Oeste do Paraná. Juliane, que teve 77% do corpo queimado, foi transportada por meio de um transporte aéreo autorizado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e realizado com apoio do Samu.

Detalhes da transferência

A paciente deixou a UTI do Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP) às 15h24, sendo levada em ambulância até o Aeroporto Regional de Cascavel, onde embarcou em um avião para Londrina. De acordo com a Sesa, essa transferência seguiu o protocolo de regulação estadual, considerando a gravidade do caso e a disponibilidade de leitos.

O incêndio

Juliane estava no 13º andar do edifício quando o incêndio começou por volta das 6h45 de quarta-feira (15), na torre 1, localizada no cruzamento das ruas Riachuelo e Londrina, na região central de Cascavel. Antes de ser resgatada, ela conseguiu salvar sua mãe, Sueli Vieira dos Reis, de 51 anos, e seu primo de segundo grau, Pietro José Dalmagro, de 4 anos, entregando-os a moradores do 12º andar. No entanto, ao voltar para o apartamento em chamas, Juliane foi encontrada desacordada pelos bombeiros, apresentando sinais de inalação de fumaça.

Assistência médica

O HUOP informou que Juliane recebeu todos os cuidados necessários e seguiu os protocolos específicos para vítimas de queimaduras. Assim que uma vaga foi confirmada em Londrina, as equipes mobilizaram o transporte com foco no bem-estar e segurança da paciente. A Sesa também destacou que a regulação para transporte aéreo prioriza os casos mais graves, garantindo a assistência adequada a quem mais necessita.

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