Corpo atribuído a ‘Japinha do CV’ é de homem da Bahia, diz polícia

Corpo atribuído a ‘Japinha do CV’ é de homem da Bahia, diz polícia

Corpo atribuído a ‘Japinha do CV’ é de homem da Bahia, diz polícia 693 546

Investigação revela identidade verdadeira após megaoperação no Rio

Corpo atribuído a ‘Japinha do CV’ é de homem da Bahia, diz polícia
Corpo atribuído a ‘Japinha do CV’.

A polícia esclareceu que o corpo atribuído à jovem não é dela, mas de um homem da Bahia, após megaoperação no Rio.

Corpo atribuído a ‘Japinha do CV’ é de homem da Bahia

Na última terça-feira, 28, a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha resultou na morte de 121 pessoas. Contudo, a mulher conhecida como Penélope ou ‘Japinha do CV’ não está entre os mortos, segundo a Polícia Civil. O corpo encontrado, atribuído à jovem, é de Ricardo Aquino dos Santos, de 22 anos, natural da Bahia.

Identidade verdadeira revelada

A Polícia Civil esclareceu que não há mulheres entre os suspeitos mortos na operação. A imagem que circulou nas redes sociais, mostrando um corpo em roupas camufladas, foi mal interpretada. “Diferentemente do que foi divulgado, não havia nenhuma mulher entre os opositores mortos. A imagem era do corpo de Ricardo, que tinha um histórico criminal e dois mandados de prisão ativos”, informou a polícia.

Antecedentes e investigações

Ricardo Aquino dos Santos, natural de Feira de Santana, possuía mandados de prisão por organização criminosa e tráfico de drogas. A operação tinha como foco desmantelar grupos criminosos armados na região. “A prisão temporária de Ricardo foi decretada devido a indícios de sua participação em crimes graves”, detalharam as autoridades.

Impacto nas redes sociais

O mistério sobre a morte da jovem fez com que perfis atribuídos a ela ganhassem milhares de seguidores. Um dos perfis chegou a acumular mais de 500 mil seguidores e promovia conteúdos variados, incluindo o “jogo do tigrinho”. A situação gerou um grande alvoroço nas redes sociais, refletindo a influência que figuras ligadas ao crime organizado exercem sobre a população.
A investigação continua, e a Polícia Civil alerta para a desinformação que pode circular nas plataformas digitais.

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