A ausência de Cristiano Ronaldo no funeral de Diogo Jota, ex-companheiro na seleção portuguesa falecido em julho deste ano em um acidente de carro, gerou questionamentos. O silêncio do astro português sobre o assunto alimentou especulações, mas o mistério chegou ao fim.
Em declarações recentes, Cristiano Ronaldo explicou que a perda do pai, em 2005, o deixou com dificuldades em lidar com cemitérios. “Uma das coisas que não faço, desde que o meu pai morreu, é entrar em um cemitério. Nunca mais entrei em um cemitério”, revelou o jogador, expondo a dor que ainda o acompanha.
Além do trauma pessoal, CR7 justificou sua ausência pensando no impacto que sua presença poderia causar. Ele expressou o desejo de proteger a família de Diogo Jota e seu irmão, André Silva, da exposição midiática excessiva em um momento tão delicado.
“Não fui também porque, se fosse, as atenções virariam para mim, e não quero esse tipo de atenção”, explicou Cristiano Ronaldo, demonstrando sensibilidade e preocupação com o luto da família enlutada. O funeral de Diogo Jota foi realizado em Gondomar, sua cidade natal, em Portugal.
Diogo Jota e o irmão, André Silva, sofreram um acidente de carro na Espanha enquanto se dirigiam para pegar uma balsa rumo à Inglaterra. Eles viajavam de carro devido a uma cirurgia recente realizada por Diogo.
Fonte: http://www.metropoles.com