Influenciadoras Abaladas Após Audiência Decisiva no Caso Hytalo Santos

Influenciadoras Abaladas Após Audiência Decisiva no Caso Hytalo Santos

Influenciadoras Abaladas Após Audiência Decisiva no Caso Hytalo Santos 1024 768 Carlos Fenille

Renatinha Cabulosa e Kamylinha, ex-integrantes da Turma do Hytalo Santos, foram vistas deixando o Fórum Criminal de Bayeux, na Paraíba, visivelmente emocionadas. A cena ocorreu após a audiência que pode definir o futuro de Hytalo Santos, influenciador preso desde 15 de agosto. Ele é acusado de tráfico humano, exploração sexual infantil e trabalho infantil irregular.

Imagens divulgadas na página Choquei no Instagram mostram Renatinha aos prantos, sendo consolada por pessoas que estavam no local. Kamylinha, por sua vez, deixou o fórum cabisbaixa, demonstrando a tensão em torno do caso. A audiência representa um momento crucial no processo que envolve o influenciador e seu marido, Israel Natã Vicente, conhecido como Euro.

Esta é a primeira audiência de instrução no caso que tem como réus Hytalo Santos e Israel Natã Vicente. Ambos estão detidos na Penitenciária Desembargador Flósculo da Nóbrega, o presídio do Roger. Durante a sessão, testemunhas de defesa e acusação foram ouvidas, buscando esclarecer os fatos que levaram à prisão dos acusados.

Hytalo Santos e Euro foram denunciados pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) por crimes graves, incluindo tráfico de pessoas, produção de material pornográfico e favorecimento à prostituição e exploração sexual de vulneráveis. A 2ª Vara Mista de Bayeux aceitou parcialmente a denúncia, tornando-os réus por produção de conteúdo pornográfico com crianças e adolescentes.

De acordo com o Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), as investigações revelaram um esquema estruturado e premeditado. O objetivo, segundo a denúncia, era a exploração sexual de crianças e adolescentes, utilizando promessas de fama e vantagens materiais para atrair vítimas em situação de vulnerabilidade. O MP apontou ainda que os acusados realizavam procedimentos estéticos e tatuagens de caráter sexualizado nos adolescentes, além de exercerem controle sobre suas rotinas e meios de comunicação. O MP requereu uma indenização de R$ 10 milhões por danos coletivos.

Fonte: http://portalleodias.com

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