Investigação contra padre após polêmica com vídeo em Nova Maringá

Investigação contra padre após polêmica com vídeo em Nova Maringá

Investigação contra padre após polêmica com vídeo em Nova Maringá 941 607

Caso gera repercussão nas redes sociais e mobiliza autoridades

Investigação contra padre após polêmica com vídeo em Nova Maringá
Foto: N/D

Um vídeo em Nova Maringá (MT) gerou investigação contra o padre Luciano Braga Simplício. O caso mobiliza fiéis e autoridades.

Investigação contra padre após polêmica com vídeo

Um vídeo gravado dentro da casa paroquial de Nova Maringá (MT), a 392 km de Cuiabá, colocou o padre Luciano Braga Simplício, da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, no centro de uma polêmica que mobiliza fiéis e autoridades religiosas. As imagens, compartilhadas nas redes sociais desde o início da semana, mostram pessoas entrando na casa paroquial em busca de uma jovem de 21 anos. O padre aparece sem camisa.

A Diocese de Diamantino, responsável pela paróquia, abriu uma investigação para apurar a conduta do sacerdote. A Polícia Civil informou que instaurou inquérito para apurar a divulgação indevida de imagens da jovem, que ocorreu na Delegacia de São José do Rio Claro (MT). As investigações estão em fase inicial e mais detalhes não foram divulgados para não comprometer o andamento dos trabalhos.

Repercussão e negações

O episódio teria ocorrido no sábado, 11, mas só ganhou repercussão a partir de segunda-feira, 13, quando o material começou a circular nas redes sociais. O noivo da jovem aparece tentando arrombar a porta do banheiro da casa paroquial, onde ela estaria se escondendo. O padre tenta explicar a presença dela no local e nega qualquer envolvimento sexual.

Em áudios atribuídos ao padre, Simplício afirma que a jovem pediu permissão para usar um quarto externo da casa paroquial para tomar banho e trocar de roupa após participar de atividades da igreja. Ele declara: “Não teve nada. Ela só queria se arrumar e acabou ficando ali. O rapaz chegou e entendeu tudo errado”.

Investigação canônica

A Diocese de Diamantino também iniciou uma investigação canônica para apurar a conduta do padre. Este processo interno da Igreja Católica visa verificar se houve violações de regras religiosas ou morais. A instituição pediu a compreensão e oração dos fiéis, assegurando que todas as medidas previstas pelo direito canônico estão sendo tomadas. Desde a repercussão, o padre apagou suas redes sociais e suspendeu publicações relacionadas a orações diárias.

O resultado da investigação será encaminhado ao bispo diocesano, que decidirá se o caso será tratado localmente ou remetido à Congregação para o Clero, no Vaticano.

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