Marisa Lobo relembra atuação em Brasília pela reclassificação do canabidiol

Marisa Lobo relembra atuação em Brasília pela reclassificação do canabidiol

Marisa Lobo relembra atuação em Brasília pela reclassificação do canabidiol 681 1024 Redação Regional

A psicóloga Marisa Lobo relembra sua participação em uma mobilização realizada em Brasília, em 2015, em defesa da reclassificação do canabidiol e da ampliação do acesso ao uso medicinal da substância.

Segundo Marisa, ela participou da realização de dois seminários, um deles dedicado ao debate sobre a maconha e outro especificamente sobre o canabidiol. A proposta, de acordo com a psicóloga, era desmistificar a associação entre o canabidiol e a maconha, destacando as diferenças entre a utilização medicinal de substâncias derivadas da Cannabis e o uso da planta para fins recreativos.

“Eu fiz dois seminários sobre maconha e sobre o canabidiol, para desmistificar esse negócio de que canabidiol é a mesma coisa que maconha”, afirma Marisa Lobo.

A psicóloga afirma que o objetivo também era apresentar argumentos científicos sobre o uso medicinal do canabidiol e impedir que o debate sobre a substância fosse confundido exclusivamente com as discussões relacionadas à legalização da maconha.

Marisa relata ainda que participou de articulações em Brasília pela reclassificação do canabidiol junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo ela, esse movimento ocorreu em 2015 e contribuiu para que pacientes e famílias que necessitam do produto pudessem ter acesso ao tratamento dentro das regras estabelecidas pelas autoridades sanitárias.

“Eu fiz parte desse movimento”, afirma a psicóloga ao relembrar sua participação na mobilização.

A discussão sobre o canabidiol ganhou espaço no Brasil especialmente diante da demanda de famílias que buscavam alternativas terapêuticas para diferentes condições de saúde. A regulamentação e as regras de acesso ao produto passaram, desde então, por diferentes atualizações.

Para Marisa Lobo, resgatar essa história é importante para destacar que o debate sobre o canabidiol medicinal deve ser tratado separadamente das discussões sobre a legalização da maconha para outros fins.

 

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