Modelo e filha morrem por intoxicação por monóxido de carbono

Modelo e filha morrem por intoxicação por monóxido de carbono

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Caso de mãe e filha em apartamento na Barra da Tijuca levanta questões sobre segurança

Modelo e filha morrem por intoxicação por monóxido de carbono
Caso de intoxicação por monóxido de carbono em apartamento no Rio de Janeiro.

Modelo e filha foram encontradas mortas em apartamento na Barra da Tijuca, confirmando intoxicação por gás.

Laudos de exames feitos pela Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmaram nesta sexta-feira (24) que a modelo e influenciadora Lidiane Aline Lourenço, de 33 anos, e sua filha, Miana Sophya Santos, de 15 anos, morreram por intoxicação por monóxido de carbono. Elas foram encontradas mortas no apartamento onde moravam, na Barra da Tijuca, no dia 9 de outubro.

Circunstâncias do caso

De acordo com a Polícia Civil, o resultado comprova o que já havia sido apontado na perícia do apartamento, que identificou irregularidades nas instalações de gás. O exame sobre a causa da morte da adolescente não foi conclusivo devido ao estado avançado de decomposição do corpo. O caso continua sendo investigado pela 16ª Divisão Policial do Rio de Janeiro.

Descoberta dos corpos

Os corpos de mãe e filha foram encontrados no 11º andar de um edifício na Avenida Lúcio Costa, no dia 9 de outubro. Vizinhos acionaram os bombeiros devido a um forte odor. A porta do apartamento foi arrombada, e as vítimas foram localizadas em seus respectivos cômodos. A perícia não detectou sinais de agressão ou violência.

Repercussão e questões de segurança

A companhia Naturgy, responsável pela distribuição de gás, lamentou a morte de mãe e filha e afirmou que não houve nenhum chamado de emergência para o imóvel. A empresa ressaltou que a manutenção das instalações internas é responsabilidade do consumidor. Uma lei estadual prevê vistorias a cada cinco anos nas instalações de gás, e atualmente 64% dos imóveis da Barra da Tijuca realizaram essa inspeção. O prazo para a próxima inspeção no bairro termina em junho de 2026, e não há registro de que a vistoria tenha sido realizada no apartamento onde as vítimas moravam.

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