Depoimento contradiz versão do policial envolvido em incidente

Uma testemunha do caso em que um policial civil matou um vendedor no BarBaran afirma não ter ouvido discussão entre eles antes do disparo.
Na sexta-feira, 26 de setembro, em Curitiba, um incidente no BarBaran resultou na morte de Antônio Carlos Antunes, 51 anos, que foi ferido por um policial civil. Uma testemunha que estava presente no banheiro do bar declarou que não ouviu qualquer discussão entre a vítima e o policial antes do disparo.
Depoimento da testemunha
O homem, que tem 52 anos, afirmou que entrou no banheiro vazio e logo ouviu sons de uma briga, mas não conseguiu ver o que estava acontecendo. Segundo ele, após um silêncio completo, viu uma pessoa no chão e outra prestando socorros. Ele não conhecia nenhum dos envolvidos e disse que frequenta o bar há anos sem ter presenciado algo semelhante.
Versão do policial
O policial civil Marcelo Mariano Pereira, 36 anos, que disparou a arma, alegou ter se identificado como agente antes de atirar, afirmando ter sido agredido pela vítima. Ele relatou que estava no bar com amigos e que, após uma discussão, foi agredido por Antunes, resultando em sua reação de defesa. Pereira está lotado na Delegacia do Alto Maracanã e relatou ter consumido apenas algumas cervejas antes do incidente.
Conclusão do caso
O caso continua sob investigação, e os depoimentos contraditórios entre a testemunha e o policial podem impactar a apuração das circunstâncias que levaram ao disparo. A versão da testemunha poderá ser crucial para entender o que realmente aconteceu naquele dia no BarBaran.