Prefeitura de Maringá incentiva participação da comunidade em audiência pública sobre revisão da Lei de Parcelamento do Solo em 28 de julho

Prefeitura de Maringá incentiva participação da comunidade em audiência pública sobre revisão da Lei de Parcelamento do Solo em 28 de julho

Prefeitura de Maringá incentiva participação da comunidade em audiência pública sobre revisão da Lei de Parcelamento do Solo em 28 de julho 1000 667 Carlos Fenille

Executivo propõe a otimização dos serviços públicos nas regiões em desenvolvimento e o adensamento de novas zonas urbanas de forma mais organizada

Com foco na construção de uma cidade que atenda às demandas da população, a Prefeitura de Maringá, por meio do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Maringá (Ipplam), incentiva a participação da comunidade na audiência pública sobre a revisão do Plano Diretor, que ocorrerá em 28 de julho, no Auditório Hélio Moreira, no Paço Municipal. Na ocasião, será apresentada a nova proposta de lei de parcelamento do solo, com alterações que otimizam a aprovação de loteamentos, além de outras mudanças que visam modernizar o desenvolvimento urbano de Maringá.

 

Parte das atribuições centrais do Ipplam, a revisão do Plano Diretor é realizada periodicamente em audiências púbicas. O encontros são instrumentos de participação popular e transparência, permitindo que o poder público balize suas decisões de acordo com as reivindicações apresentadas pela comunidade.

 

“Maringá sempre foi referência em planejamento urbano. A nova proposta de lei do Executivo reafirma esse compromisso. Estamos modernizando as regras para dar segurança a quem investe na cidade e, ao mesmo tempo, garantir que o crescimento chegue de forma justa a todas as regiões. Por isso, é tão importante que a comunidade participe das discussões sobre esse asssunto”, afirma o Prefeito Silvio Barros.

 

Tânia Verri, diretora-presidente do Ipplam, explica que o projeto de lei inclui mudanças que visam agilizar o fluxo de aprovações de loteamentos, oferecer mais clareza a empreendedores e ampliar os critérios de doação de áreas públicas para o município, otimizando os serviços públicos nas regiões em desenvolvimento e permitindo o adensamento de novas zonas urbanas de forma mais organizada. “Uma cidade mais compacta e bem planejada significa mais qualidade de vida. Bairros com praças, ruas pensadas para o pedestre e serviços públicos que chegam a todos. É esse futuro que estamos discutindo com a comunidade nesta audiência”, diz.

 

Após a realização da audiência pública, o projeto de lei passará por revisão do texto e seguirá para aprovação na Câmara de Vereadores. Depois de aprovada, a nova lei irá compor as leis complementares ao Plano Diretor Municipal, que tem vigência pelo período máximo de 10 anos.

Crédito: Rafael Macri/PMM

O que muda com o projeto de lei

 

Crescimento mais compacto e inteligente: possibilita o adensamento equilibrado, a otimização da infraestrutura urbana e a eficiência dos serviços públicos;

 

Qualificação do desenho urbano: prioriza o pedestre e a caminhabilidade nas ruas e favorece bairros com mais praças, quadras menores e integradas;

 

Otimização das áreas públicas geradas no processo de parcelamento do solo, com critérios claros que dão segurança ao empreendedor e à população; além de flexibilizar o uso dos lotes públicos, promovendo assertividade na decisão do poder público sobre o território;

 

Inovação no processo de parcelamento: maior autonomia a quem propõe o loteamento. O empreendedor poderá apresentar sua própria proposta de adensamento, que será avaliada por uma equipe multidisciplinar do município. A medida unifica as licenças exigidas, acelera o processo e garante mais transparência e segurança aos envolvidos;

 

Planejamento integrado do território. As decisões passam a considerar todas as camadas da estrutura urbana, com análise simultânea da mobilidade urbana e do transporte público, da estrutura física e dos elementos naturais do território, e do zoneamento e uso e ocupação do solo.

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