O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom em relação ao Hamas, emitindo um ultimato através de sua plataforma Truth Social. Trump alertou que, caso o grupo continue a realizar ataques na Faixa de Gaza, os Estados Unidos podem ser forçados a intervir militarmente. A declaração surge em meio a um frágil cessar-fogo mediado por diversos países.
Trump expressou indignação com a continuidade da violência em Gaza, afirmando que “matar pessoas em Gaza não era parte do acordo”. Ele enfatizou que tal comportamento por parte do Hamas poderia levar a uma resposta contundente por parte dos EUA. A declaração reacende o debate sobre o papel dos Estados Unidos no conflito Israel-Palestina e a postura de Trump em relação à região.
O cessar-fogo, que envolve a mediação de Estados Unidos, Catar, Egito e Turquia, visa a troca de reféns israelenses por prisioneiros palestinos como primeira etapa. A segunda fase do acordo, ainda em discussão, permanece envolta em incertezas. Trump tem adotado uma postura firme, exigindo o desarmamento do Hamas, seja por meio de negociação ou pela força.
Israel e o Hamas têm se acusado mutuamente de violar os termos do cessar-fogo. O governo israelense alega que o Hamas não entregou os restos mortais de todos os reféns, enquanto o grupo palestino denuncia a continuidade de ataques israelenses na Faixa de Gaza. As acusações mútuas põem em xeque a durabilidade do acordo e aumentam a tensão na região.
Paralelamente, o plano de paz proposto por Trump, em conjunto com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, busca estabelecer um cessar-fogo duradouro com 20 pontos. O plano inclui o desarmamento do Hamas e a transferência do controle da Faixa de Gaza. Segundo Trump, a segunda fase deste plano já está em andamento, embora detalhes específicos não tenham sido divulgados.
Fonte: http://www.metropoles.com